História do Grupo

1891
  • 1891
       

    Fundação por Alfredo da Silva

    1891

    Alfredo da Silva iniciou a sua carreira na Companhia Aliança Fabril, da qual era acionista. Partiu de si a ideia da fusão desta empresa com a União Fabril, onde também possuía ações, dando origem à Companhia União Fabril (CUF). O espírito eminentemente humanista de Alfredo da Silva marcou decisivamente a filosofia e o percurso do Grupo CUF. A Obra Social da CUF constituiu um marco histórico no panorama empresarial português, numa época em que estas questões pouco ou nada preocupavam os empresários e em que o Estado pouco ou nada podia fazer.

  • 1920
       
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    Entrada na Casa José Henriques Totta

    1920

    A aquisição de ações e o reforço do capital do banco permitiram a entrada do grupo CUF no setor bancário português. No mesmo ano, é também criada a Tabaqueira.

  • 1937
       

    Fundação da Lisnave

    1937

    O início de atividade do Estaleiro da Rocha Conde d’Óbidos deu origem à Lisnave, uma das maiores gestoras de estaleiros a nível mundial. Esta empresa manteve-se no Grupo José de Mello até ao ano 2000.

  • 1940's
       

    Segunda Guerra Mundial e criação da Companhia de Seguros Império

    1940’s

    Durante a Segunda Guerra Mundial, a CUF deitou mãos à obra, reparando navios e construindo embarcações para as frotas pesqueiras nacionais e estrangeiras (na Rocha Conde D’Óbidos, em Lisboa), e ainda cobrindo a lacuna dos transportes com a frota da Sociedade Geral.

    Com o habitual sentido de oportunidade, foi criada a Companhia de Seguros Império, que veio ocupar o primeiro lugar entre as seguradoras portuguesas.

    Em 1942, morreu Alfredo da Silva. Deixou aos sucessores um projeto sempre inacabado, com uma divisa que fazia jus à sua filosofia de vida: “mais e melhor”.

  • 1945
       
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    Inauguração do Hospital da CUF

    1945

    Hoje conhecido como Hospital CUF Infante Santo, foi criado com o propósito de servir os 80 mil colaboradores e familiares do Grupo CUF.

  • 1947
       

    Fundação da Soponata

    1947

    O Grupo CUF fez parte da constituição da Soponata, preenchendo uma lacuna do país no transporte de combustíveis.

  • 1960's
       
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    A internacionalização

    1960’s

    Através de um processo de fusão entre Banco Totta, Aliança e Banco Lisboa & Açores, foi constituído o Banco Totta & Açores, o quarto maior banco português. Simultaneamente, a Lisnave inaugurou o grande estaleiro da Margueira, em Almada.

  • 1970
       

    O auge da CUF

    1970

    Na década de 70, a CUF atingiu o seu auge. As áreas de negócio iam do setor financeiro ao químico, do têxtil ao dos minérios, do alimentar ao da saúde, passando pela grande reparação naval e pela defesa ambiental.

    A CUF tornou-se uma verdadeira escola, formando parte da elite empresarial portuguesa e fomentando a evolução da capacidade técnica e tecnológica, não só do Grupo mas também do país.

  • 1974
       

    25 de Abril de 1974 e nacionalização do Grupo CUF

    1974

    O Grupo, que sobreviveu a duas revoluções, três regimes, duas guerras mundiais e dezenas de crises, não resistiu ao processo revolucionário de abril de 1974. Ao exigirem o saneamento da Administração em setembro deste ano, os operários da Lisnave marcaram o espírito das dificuldades que se avizinharam.

    No dia 14 de março de 1975, o governo provisório do Coronel Vasco Gonçalves nacionalizou toda a banca e seguros.

    Em outubro desse mesmo ano, o decreto-lei 532/75 consumou a nacionalização da CUF. As mais de 180 empresas do Grupo CUF passaram para a tutela do Estado, numa altura em que as suas áreas de negócio incluíam banca, produtos químicos, têxteis, minérios, alimentação, saúde, reparação naval e defesa ambiental. Com mais de 110 mil empregados, o Grupo CUF representava cerca de 5% do PIB português daquela época. Desta forma, e por imposição do Estado, o Grupo viu-se forçado a um interregno. A sua atividade empresarial, com cerca de 80 anos de existência, ficou em suspenso.

  • 1988
       

    Constituição da holding José de Mello

    1988

    José Manuel de Mello, neto de Alfredo da Silva e filho de D. Manuel de Mello, deu início à reconstrução independente do grupo sob o lema do fundador: “mais e melhor”.

  • 1991
       

    Criação do Banco Mello

    1991

    A criação do Banco Mello teve origem na aquisição da Sociedade Financeira Portuguesa pelo Grupo José de Mello, em 1988. Esta transação destacou-se como a primeira privatização portuguesa do pós-25 de Abril.

  • 1992
       

    Aquisição da Companhia de Seguros Império, Soponata e CUF (Quimigal)

    1992

    Estas privatizações marcaram o regresso de algumas das principais empresas do Grupo CUF ao controlo da família Mello.

  • 2000
       

    Reconfiguração do portefólio de negócios do Grupo José de Mello

    2000

    Mais de 100 anos depois da sua fundação, o Grupo José de Mello entrou num novo ciclo empresarial.

    A Brisa e a Efacec passaram a fazer parte do leque de ações do grupo. A Lisnave foi vendida. Foi criada a José de Mello Residências e Serviços. Ainda no mesmo ano, o Banco Mello fundiu-se com o BCP, o maior banco privado português.

  • 2001
       

    Inauguração do Hospital CUF Descobertas

    2001

    A abertura desta unidade de saúde representou um investimento de cerca de 35 milhões de euros. Nasceu, a partir daqui, a rede de Unidades CUF que atualmente se expande por todo o país.

    Aquisição da Elnosa na Galiza
    A compra desta empresa dedicada à produção e comercialização de produtos químicos veio reforçar a forte presença do Grupo José de Mello no setor químico internacional.

  • 2004
       

    Alienação da Soponata e Finertec

    2004

    A concretização de processos de alienação em áreas onde não era possível acrescentar mais valor permitiu o investimento em novas oportunidades e negócios de futuro.

  • 2006
       

    OPA sobre a Efacec

    2006

    Em parceria com o Grupo Têxtil Manuel Gonçalves, foi lançada uma OPA sobre o capital da Efacec que não era detido pelos dois acionistas de referência.

    Participação na EDP
    Aquisição de uma participação de 2% no capital da EDP – Energias de Portugal, tornando-se o Grupo José de Mello num dos acionistas de referência de uma das maiores e mais importantes empresas portuguesas.

    Parceria com o Grupo Hospitalario Quirón
    A José de Mello Saúde concretizou uma parceria ibérica com o Grupo Hospitalario Quirón, prestigiado grupo espanhol de prestação privada de cuidados de saúde.

  • 2007
       

    Alienação da participação no BCP e reforço na EDP

    2007

    Alienação da quase totalidade da participação do Banco Comercial Português, correspondente a 3,05% do capital social, e reforço da participação na EDP para cerca de 5%.

  • 2008
       

    Alienação do negócio dos adubos

    2008

    No decurso do exercício de 2008, procedeu-se à alienação do negócio dos adubos, detido pela CUF.

    Gestão do Hospital Amadora-Sintra
    A José de Mello Saúde inaugurou a Clínica CUF Cascais e um instituto de diagnóstico e tratamento no Porto. Assumiu ainda, a 31 de dezembro, a gestão privada do Hospital Amadora-Sintra, em regime de Parceria Público Privada.

  • 2009
       

    Início da gestão do futuro Hospital de Braga

    2009

    A José de Mello Saúde assinou, com o Estado, um contrato para a construção e gestão do futuro Hospital de Braga, ao abrigo do regime das parcerias público-privadas. Dois anos depois, o Grupo iniciou também a gestão do Hospital Vila Franca de Xira.

  • 2010
       

    Arranque da Innovnano

    2010

    Baseada num processo inédito a nível mundial, foi a primeira unidade industrial portuguesa especializada na produção de nanomateriais.

  • 2012
       

    OPA sobre a Brisa

    2012

    No dia 29 de março, o Grupo José de Mello lançou uma OPA sobre a totalidade do capital da Brisa, em conjunto com o fundo Arcus. A José de Mello tornou-se o maior acionista desta empresa, com uma participação de 57,3%.

    Alterações na José de Mello Saúde
    Alienação da participação no Grupo Hospitalário Quirón ao fundo de investimento Doughty Hanson, concentrando esforços em Portugal, com um plano de expansão da rede de hospitais e clínicas CUF.

  • 2014
       

    Constituição da Efacec Power Solutions

    2014

    Esta sociedade permitiu agregar numa só empresa algumas das principais áreas de negócios do Grupo: energia, ambiente e transportes.

    Futuro Hospital CUF de Viseu
    Anúncio do lançamento do futuro Hospital CUF Viseu, em resultado de uma parceria entre a José de Mello Saúde e o Grupo Visabeira.

    Alienação da participação na EDP
    Alienação da participação na EDP, permitindo ao Grupo dar continuidade ao processo de reforço da sua estrutura financeira para prosseguir o plano de desenvolvimento e crescimento dos principais negócios participados.

  • 2015
       

    Criação do Tagus Academic Network for Knowledge

    2015

    Este consórcio entre a José de Mello Saúde e a Universidade Nova de Lisboa teve como objetivos a promoção da investigação e do ensino na área da saúde.

    Desenvolvimento da Brisa
    Alienação, pela Brisa, de 30% da Brisa Concessão Rodoviária (BCR) a investidores luso-brasileiros, reconhecendo a qualidade e a solidez dessa empresa. Reforço do posicionamento da Brisa na área da mobilidade e investimento ambicioso na promoção da marca Via Verde, enquanto marca comercial de toda a operação da Brisa.

  • 2016
       

    Desenvolvimento do negócio da manutenção através da ATM – Assistência Total em Manutenção

    2016

    Alienação de 65% da Efacec Power Solutions (EPS) a favor da empresária angolana Isabel dos Santos, no seguimento de um ambicioso processo de reestruturação efetuado no universo Efacec. Daqui resultou o reposicionamento nos negócios de manutenção e energias renováveis, que ficaram fora do perímetro da EPS.

  • 2017
       

    Lançamento do Programa Grow

    2017

    O Grupo José de Mello entra numa nova etapa de inovação, com o lançamento do Grow, um programa dedicado à aceleração de startups.

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